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Pesquisa · Inclusão

Orgulho LGBTQIAP+ no esporte

Por Eduardo Cravo e Filipe Neri · junho de 2024

No mês do Orgulho, a FEA SB reuniu campanhas, marcos e histórias que mostram o esporte como agente de inclusão — e o quanto ainda há para caminhar.

O esporte é uma das maiores formas de entretenimento e um poderoso agente de transformação social, mas por muito tempo também reforçou padrões que excluíram pessoas LGBTQIAP+. Uma pesquisa da ONG Nix Diversidade, citada no texto, aponta que 63% dos brasileiros já presenciaram ou sofreram discriminação por orientação sexual durante a prática esportiva — o que torna as campanhas de conscientização essenciais.

O ano de 2021 trouxe marcos importantes. Quinn, do futebol canadense, tornou-se a primeira pessoa trans não binária a conquistar um ouro olímpico; a halterofilista Laurel Hubbard foi a primeira atleta trans a competir em Jogos Olímpicos, em meio a intensos debates. No Brasil, o Vasco lançou uma camisa com as cores do arco-íris, usando sua plataforma contra o preconceito.

No futebol masculino, o machismo e a homofobia ainda dificultam que atletas se assumam; a coragem de nomes como Josh Cavallo e Jake Daniels aponta uma mudança, ainda tímida. Já o futebol feminino se mostra mais acolhedor, com referências como Marta e Cristiane. Casos como o da nadadora Lia Thomas e do brasileiro Douglas Souza, do vôlei, também ampliaram a visibilidade do tema.

A conclusão da pesquisa é direta: a inclusão é uma jornada contínua, que depende de atletas, clubes, federações e torcedores. Cada avanço, por menor que seja, é uma conquista para o respeito e a igualdade no esporte.

Leia a pesquisa completa no Medium da FEA SB.